O Novo Normal

O Novo Normal

Nas capas das revistas, em títulos de artigos ou na boca dos especialistas, certamente você já ouviu este termo antes: o novo normal. Expressão utilizada após a primeira guerra mundial, quando a humanidade precisava se adaptar a grandes transformações, a expressão volta a estar em evidência com o caso da pandemia do novo coronavírus. Conforme os dias passam e as notícias se sucedem, juntamente com a esperança de que tudo volte ao normal, vem a pergunta: que normal é esse? O que será novo? O que mudará em relação a como vivíamos antes?

Bem, algumas respostas já se apresentam como realidades: o home office, por exemplo. Para Ricardo Serpa – Diretor Administrativo da J.A. Russi “o que antes era restrito a algumas poucas áreas, hoje já se mostra viável em tantas outras, o que certamente, muitas empresas levarão em conta os benefícios desse modelo de trabalho mesmo para depois que todas as restrições passarem”.

A casa voltou a ser um lar

Entre tantas mudanças que esse novo normal promete trazer para nossas vidas, uma que tem chamado bastante atenção é a ressignificação da casa, que voltou a ser um lar e não mais apenas um local para dormir entre as jornadas de trabalho. Voltamos a olhar para nossos quartos, salas e cozinhas como espaços para viver, para interagir com a família, para criar os filhos. Redescobrimos pequenos prazeres a cada dia, hábitos que vinham ficando ocultos em meio a tanto barulho e compromissos da vida atribulada que levamos. Segundo análise de Suzana Russi Chiament – Presidente da J.A. Russi “voltamos a cultivar plantas, a cozinhar, a nos reunir para conversar em família. E isso nos mostrou o quanto é importante ter um lugar onde possamos nos sentir bem e seguros, confortáveis e felizes, a nossa casa”. Ainda neste sentido, o Diretor Comercial da J.A. Russi, Felipe Reis, completa “Nossas áreas abertas, nossas varandas, o sol que bate na janela todas as manhãs… o que antes passava despercebido, hoje foi promovido às primeiras posições da nossa lista de prioridades”.

Depois que isso tudo passar – e com certeza tudo vai passar – vamos querer sair por aí, circular, viajar, abraçar e beijar amigos e familiares de quem fomos forçados a ficar longe durante o isolamento. Mas, certamente, não se apagará o carinho especial e a conexão que desenvolvemos pelos nossos lares, pelos nossos cantos, nossos espaços. Pela nossa casa que voltou a ser um lar.